ZIRIGUIDUM
Perdoem leitores, mas cometi um engano. A Lenda das Pedras Verdes foi o último enredo do Terreirão em 1976. O primeiro enredo da Imperatriz de Olaria foi Caravelas e Torres em 1977. Ano em que a vermelho e branco coroou a sua representante no Miss Nova Friburgo, organizado por Francis, outro baluarte do carnaval friburguense. Elizabeth Aldridge Cardoso, eleita Miss Nova Friburgo, ganhou o título de Miss Estado do Rio de Janeiro.
No mesmo ano, Celita Anne Jackson sagrou-se a Charm Girl, representando a Imperatriz.
Em 1978 a Acadêmicos das Braunes ganhou o carnaval com Cânticos da Casa Verde e a Vilage não desfilou e em 79 foi a vez da Saudade com Carnaval, Samba e Saudade. Francis assinou o carnaval da Vilage e trouxe a África com Cantos e Ritmos Negros no Brasil, as Braunes veio com o Sistema Solar e sacudiu a avenida com a Ala Sambrasa que representava o Sol, com um mar de raios dourados criados a partir de chicotes de metalon presos a uma pala, o que criou um novo conceito de harmonia e conjunto na avenida. O bom baiano Jorge Amado foi o tema da Imperatriz, mas não conseguiu um resultado proveitoso, amargando um quarto lugar. A Alunos do Samba, apesar de três anos consecutivos na última colocação, começava a se organizar pelas mãos hábeis do professor Deneu Mury e seus enredos nacionalistas.
Com a licença do leitor, vale lembrar um momento importante do carnaval friburguense : o enredo de 76 que deu às Braunes o campeonato, era O Romanceiro da Inconfidência, ano de estréia em grande estilo da iluminada Marly Pinel como destaque, representando o personagem histórico Marília de Dirceu.
A nova década anunciava a revolução. E foi com As Fantásticas Minas do Brasil que a Imperatriz ganhou o seu primeiro título, fazendo do resultado uma inversão. Em 1980 a campeoníssima Unidos da Saudade caiu para a última colocação, antecedida pela Vilage, a Alunos do Samba e a segunda colocada Acadêmicos das Braunes.
A Vilage de Leônidas, Raul Trigo, Otávio Gorni, José, Michel, Gastim Kalil Gastim, Avelar Garcia,Edson e Teresa Matheus, Constante Trigo, Onofre Rodrigues, Nelson e Sebastião Frederico, o Guzza, Eliude Vidal, Dário Borges, Adélia Trigo – a primeira mulher carnavalesca do Brasil, Hélio Veiga, Luiz Carlos Sardou, Celso Arnoldo, Evelina Faria, Luiz Carlos Levorato- o Lilito, Marina, os Cabrita, os Portela, Alencar Figueiró, Muros, Roberto Meressi, Fabiano, Teresa...entre tantos, passou quinze anos sem conquistar um campeonato. Mas nem por isso perdeu o garbo, a elegância e a alegria.
A partir dos anos 80 a cidade viu a alternância de campeonatos entre a Imperatriz de Olaria e a Unidos da Saudade, viu as irmãs pezinho de ouro, filhas do Tião Social, Eliane e Solange, passistas que marcaram a década de 70, despedirem-se da avenida após sucessivas coroações como Rainhas do Carnaval. Lozi, a elegante Rainha do Carnaval dos anos 70, também se ausentou, e Fabiani Latini, Rosangela Cassano, entre outras, surgiram no cenário carnavalesco.
A mulata friburguense Gisele Márcia se consagrou em todo o mundo no casting do Mestre Sargentelli. E Rosemary, porta bandeira da Imperatriz, foi coroada por seu talento incomparável. Eduardo Rodrigues abandonou o lugar de destaque e, ao lado de Fabíola Dangelo, formou um casal inesquecível de Mestre Sala e Porta Bandeira.
No mesmo ano, Celita Anne Jackson sagrou-se a Charm Girl, representando a Imperatriz.
Em 1978 a Acadêmicos das Braunes ganhou o carnaval com Cânticos da Casa Verde e a Vilage não desfilou e em 79 foi a vez da Saudade com Carnaval, Samba e Saudade. Francis assinou o carnaval da Vilage e trouxe a África com Cantos e Ritmos Negros no Brasil, as Braunes veio com o Sistema Solar e sacudiu a avenida com a Ala Sambrasa que representava o Sol, com um mar de raios dourados criados a partir de chicotes de metalon presos a uma pala, o que criou um novo conceito de harmonia e conjunto na avenida. O bom baiano Jorge Amado foi o tema da Imperatriz, mas não conseguiu um resultado proveitoso, amargando um quarto lugar. A Alunos do Samba, apesar de três anos consecutivos na última colocação, começava a se organizar pelas mãos hábeis do professor Deneu Mury e seus enredos nacionalistas.
Com a licença do leitor, vale lembrar um momento importante do carnaval friburguense : o enredo de 76 que deu às Braunes o campeonato, era O Romanceiro da Inconfidência, ano de estréia em grande estilo da iluminada Marly Pinel como destaque, representando o personagem histórico Marília de Dirceu.
A nova década anunciava a revolução. E foi com As Fantásticas Minas do Brasil que a Imperatriz ganhou o seu primeiro título, fazendo do resultado uma inversão. Em 1980 a campeoníssima Unidos da Saudade caiu para a última colocação, antecedida pela Vilage, a Alunos do Samba e a segunda colocada Acadêmicos das Braunes.
A Vilage de Leônidas, Raul Trigo, Otávio Gorni, José, Michel, Gastim Kalil Gastim, Avelar Garcia,Edson e Teresa Matheus, Constante Trigo, Onofre Rodrigues, Nelson e Sebastião Frederico, o Guzza, Eliude Vidal, Dário Borges, Adélia Trigo – a primeira mulher carnavalesca do Brasil, Hélio Veiga, Luiz Carlos Sardou, Celso Arnoldo, Evelina Faria, Luiz Carlos Levorato- o Lilito, Marina, os Cabrita, os Portela, Alencar Figueiró, Muros, Roberto Meressi, Fabiano, Teresa...entre tantos, passou quinze anos sem conquistar um campeonato. Mas nem por isso perdeu o garbo, a elegância e a alegria.
A partir dos anos 80 a cidade viu a alternância de campeonatos entre a Imperatriz de Olaria e a Unidos da Saudade, viu as irmãs pezinho de ouro, filhas do Tião Social, Eliane e Solange, passistas que marcaram a década de 70, despedirem-se da avenida após sucessivas coroações como Rainhas do Carnaval. Lozi, a elegante Rainha do Carnaval dos anos 70, também se ausentou, e Fabiani Latini, Rosangela Cassano, entre outras, surgiram no cenário carnavalesco.
A mulata friburguense Gisele Márcia se consagrou em todo o mundo no casting do Mestre Sargentelli. E Rosemary, porta bandeira da Imperatriz, foi coroada por seu talento incomparável. Eduardo Rodrigues abandonou o lugar de destaque e, ao lado de Fabíola Dangelo, formou um casal inesquecível de Mestre Sala e Porta Bandeira.

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