DESFILE DAS ESCOLAS DE SAMBA 2009
VILAGE NO SAMBA
A ÁGUIA DA VILAGE SOBREVOA OS SERTÕES DO MACACU COM OS BATUQUES DO MORRO QUEIMADO
Os encantos da serra friburguense e sua rica cultura tomaram conta da passarela do samba no desfile da Vilage no Samba. A verde e branco fez festa e abusou do luxo e do colorido para ecoar o enredo ‘Os batuques do morro queimado’, de autoria da comissão de carnaval. Sob a coordenação da coreógrafa Monara Costa, a comissão de frente exaltou a harmonia da natureza nos sertões com onze bailarinas seguidas dos índios purís e coroados luxuosos. Betão e Alexandra, primeiro casal de mestre sala e porta bandeira destacaram a harmonia do eldorado muito antes da chegada dos suíços. A águia símbolo da agremiação veio no abre alas marcando o som do tambor nos idos da história com um sobrevôo nos sertões com direito a alas que representaram o lendário mão de luva, os quilombolas e as sementes do samba.
O segundo carro ‘Negra raiz do samba’ destacou a louvação e a cultura africana, o orgulho de um povo que dança e é feliz. O terceiro carro com muito luxo mostrou e a chegada de D.João VI com o destaque Júlio Santos, um dos campeões do Concurso Municipal de Fantasias. Monsenhor Miranda ganhou uma ala exclusiva e a bateria com 120 integrantes homenageou os suíços fundadores da antiga Vila de Nova Friburgo. A campeã de 2008 também fez homenagens especiais com alas que representaram os imigrantes alemães e espanhóis e a pujança da agricultura local com o trigo e o milho.
Como a história de Nova Friburgo não pode ser contada sem destacar o carnaval, a Vilage rendeu homenagem a todas as co-irmãs dos desfiles com alas de passistas caracterizados com as cores das demais agremiações carnavalescas. O encerramento com chave de ouro do desfile cheio de brilho e muita pompa se deu como carro ‘Nova Friburgo, celeiro de bamba, um verdadeiro reduto do samba exaltando, os ícones do carnaval friburguense, entre eles o saudoso Rubem Venezia, Luizinho (Imperatriz de Olaria), Carlinhos Acadêmicos do Prado, Ernesto Carvalho (Alunos do Samba), Claudio Lamblet (Unidos da Saudade).
Os encantos da serra friburguense e sua rica cultura tomaram conta da passarela do samba no desfile da Vilage no Samba. A verde e branco fez festa e abusou do luxo e do colorido para ecoar o enredo ‘Os batuques do morro queimado’, de autoria da comissão de carnaval. Sob a coordenação da coreógrafa Monara Costa, a comissão de frente exaltou a harmonia da natureza nos sertões com onze bailarinas seguidas dos índios purís e coroados luxuosos. Betão e Alexandra, primeiro casal de mestre sala e porta bandeira destacaram a harmonia do eldorado muito antes da chegada dos suíços. A águia símbolo da agremiação veio no abre alas marcando o som do tambor nos idos da história com um sobrevôo nos sertões com direito a alas que representaram o lendário mão de luva, os quilombolas e as sementes do samba.
O segundo carro ‘Negra raiz do samba’ destacou a louvação e a cultura africana, o orgulho de um povo que dança e é feliz. O terceiro carro com muito luxo mostrou e a chegada de D.João VI com o destaque Júlio Santos, um dos campeões do Concurso Municipal de Fantasias. Monsenhor Miranda ganhou uma ala exclusiva e a bateria com 120 integrantes homenageou os suíços fundadores da antiga Vila de Nova Friburgo. A campeã de 2008 também fez homenagens especiais com alas que representaram os imigrantes alemães e espanhóis e a pujança da agricultura local com o trigo e o milho.
Como a história de Nova Friburgo não pode ser contada sem destacar o carnaval, a Vilage rendeu homenagem a todas as co-irmãs dos desfiles com alas de passistas caracterizados com as cores das demais agremiações carnavalescas. O encerramento com chave de ouro do desfile cheio de brilho e muita pompa se deu como carro ‘Nova Friburgo, celeiro de bamba, um verdadeiro reduto do samba exaltando, os ícones do carnaval friburguense, entre eles o saudoso Rubem Venezia, Luizinho (Imperatriz de Olaria), Carlinhos Acadêmicos do Prado, Ernesto Carvalho (Alunos do Samba), Claudio Lamblet (Unidos da Saudade).

DEIXE UM COMENTÁRIO