DESFILE DAS ESCOLAS DE SAMBA 2009
ACADÊMICOS DO PRADO
PRADO ECOA AS VOZES DA ÁFRICA E EXALTA A CRIAÇÃO DO UNIVERSO
A verde e rosa do Prado fez um desfile surpreendente com muito brilho e empolgação contando a história da criação do universo através do canto yorubá com o enredo de Alfredo Fraga ‘Vozes da África: o canto yorubá, da criação do universo e dos elementos” com valorizações ao candomblé. A escola fez na passarela uma viagem ao berço da humanidade destacando a nação yorubá formada por aqueles que falam um dialeto comum. A comissão de frente trouxe membros da comunidade exaltando Olorum, o senhor da criação com coreografia que arrancou bastante aplausos do público. O abre alas destacou a criação do universo e o elemento terra com o dragão que simbolizou a formação do ser humano seguido de alas que representaram exu – o visível o invisível e os filhos de Oxossi, o orixá caçador, além de simbologias na avenida dos cultos espiritualistas às matas e florestas com os opostos regidos por Obaluayê. Alfredo Fraga também fez bonito na avenida com réplicas dos pássaros que embelezam o ar, os fenômenos da natureza (a chuva e o arco-íris) e a pureza do ar simbolizada pelo casal de mestre sala e porta bandeira.
A beleza e a importância da água também ganharam destaque com a ala da vaidade - filhos de Oxum e a sabedoria com muito colorido, brilho, luxo e empolgação dos foliões. A Acadêmicos do Prado terminou sua apresentação com a exaltação ao fogo – paixão da escola - e o trovão regidos por Xangô. A Apae, que fica no berço da escola também participou com a ala especial - Uma paixão sem limites.
A verde e rosa do Prado fez um desfile surpreendente com muito brilho e empolgação contando a história da criação do universo através do canto yorubá com o enredo de Alfredo Fraga ‘Vozes da África: o canto yorubá, da criação do universo e dos elementos” com valorizações ao candomblé. A escola fez na passarela uma viagem ao berço da humanidade destacando a nação yorubá formada por aqueles que falam um dialeto comum. A comissão de frente trouxe membros da comunidade exaltando Olorum, o senhor da criação com coreografia que arrancou bastante aplausos do público. O abre alas destacou a criação do universo e o elemento terra com o dragão que simbolizou a formação do ser humano seguido de alas que representaram exu – o visível o invisível e os filhos de Oxossi, o orixá caçador, além de simbologias na avenida dos cultos espiritualistas às matas e florestas com os opostos regidos por Obaluayê. Alfredo Fraga também fez bonito na avenida com réplicas dos pássaros que embelezam o ar, os fenômenos da natureza (a chuva e o arco-íris) e a pureza do ar simbolizada pelo casal de mestre sala e porta bandeira.
A beleza e a importância da água também ganharam destaque com a ala da vaidade - filhos de Oxum e a sabedoria com muito colorido, brilho, luxo e empolgação dos foliões. A Acadêmicos do Prado terminou sua apresentação com a exaltação ao fogo – paixão da escola - e o trovão regidos por Xangô. A Apae, que fica no berço da escola também participou com a ala especial - Uma paixão sem limites.

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